Pedro nasceu no Uruguai, 60 anos atrás. Conheceu o Yoga na adolescência e pratica desde então. Aprecia o o Yoga mais como uma visão do mundo que inclui um estilo de vida, do que uma simples prática. Escreveu e traduziu 10 livros sobre Yoga, além de editar as revistas Yoga Journal e Cadernos de Yoga e o site yoga.pro.br. Para continuar seu aprendizado, visita à Índia regularmente há mais de três décadas. Biografia completa | Artigos
Os diferentes ramos do Yoga são etapas e não sistemas separados. Esses ramos dialogam constantemente entre si e espera-se que o praticante os use adequadamente, conforme o momento e a necessidade
A qualidade de vida é um ideal bastante difuso mas que, aparentemente, estamos todos precisando. Hoje em dia, é obrigatório termos qualidade de vida
Já ouvi várias vezes, na recente polêmica sobre se o Yoga seria uma forma de Educação Física, que 'Yoga não é ginástica porque tem filosofia'. Esse argumento foi usado com muito sucesso por um grupo de professores numa Audiência Pública em defesa do Yoga no Senado
Compreender o que acontece na morte ajuda-nos a apreciar melhor a vida
A grande guerra se aproxima e Dhritarashtra, o rei cego, patriarca dos Kurus, não pode dormir. O remorso, a dúvida e o medo da morte estão corroendo seu coração. Ele está preocupado com o destino dos seus filhos, que irão enfrentar os maiores guerreiros daquela era
Ouvi esta história no Nepal, ano passado: um jovem cortador de pedra que trabalhava na chuva, pensou: 'sou totalmente limitado e insignificante. Queria me sentir melhor, ser diferente
Já ouvi várias vezes esta pergunta: 'é verdade que o praticante torna-se uma pessoa fria, indiferente às coisas do mundo ou aos problemas dos demais?'
Tattwa shuddhi é a purificação dos elementos do corpo e do psiquismo. Os cinco tattwas: terra, água, fogo, ar e espaço não devem ser interpretados no sentido literal
Desde crianças somos confrontados com aquilo que é correcto e incorrecto. Os desenhos animados são uma das primeiras formas de confrontação com este tema
Se estivermos vendo uma polémica estúdios versus academias se formando, é preciso ponderar as razões por trás disso. Sem querer tomar partido nem jogar lenha na fogueira, deixo aqui a minha contribuição para uma reflexão que seja construtiva para todos
O Karma Yoga é muitas vezes ensinado e entendido como o exercício da acção sem expectativas ou a acção desinteressada. Swami Dayananda ensina que não é possível praticar uma acção sem esperar um resultado. A negação desta verdade representa a não compreensão e não aceitação da natureza humana
Supor que Karma Yoga consiste em realizar acções sem expectativas, sem esperar resultados, é criar um conceito insusceptível de ser realizado. Como Krshna poderia tocar a flauta sem esperar que fosse produzido som e ele fosse ouvido?
Durante meus períodos de estudo na Índia, fiquei muito surpreso com a imagem negativa que deste senhor tinham meus professores indianos. Assim, fui pesquisar para tirar minhas próprias conclusões sobre o caso, e acabei por encontrar algumas coisas muito interessantes na biblioteca do Omanand Yogashram, de Madhya Pradesh. Eis o que consegui concluir sobre o valor das traduções de Max Muller.
Outro dia veio parar às minhas mãos um livro que li em tempos idos. A curiosidade fez-me voltar a folheá-lo. O livro contém uma "cronologia histórica do Yoga" muito curiosa.
O ujjáyí é uma técnica auxiliar de várias meditações, como o ajapa-japa. Muitos também conhecem este pránáyáma por ser ele aplicado em algumas práticas de ásana, como a do Ashtanga Vinyasa Yoga