Desde tempos imemoriais, o Yoga esteve vinculado à busca da liberdade. Por paradoxal que possa ser buscar algo que nós somos (uma vez que o Yoga ensina que aquilo que buscamos é o que de fato já somos), esse é o objetivo, e todo o esforço do praticante está centrado na completude desse processo de crescimento interior
Voltei recentemente de uma temporada de estudos na Índia, onde o Yoga é uma prática baseada em princípios filosóficos milenares. Diferentemente dos ocidentais, os yogues daquele país estão mais preocupados em saber o que você faz para melhorar o mundo que em conhecer suas ideias.
Se sete ou mais dos ítens desta lista forem descritivos do seu guru ou mestre espiritual, existe uma grande chance dele não ser tão iluminado quanto alega. Ainda, você corre o risco de estar se relacionando com alguém potencialmente nocivo.
Acreditamos que, dado que de fato há seitas prosperando no meio do Yoga, deveríamos convidar nossos leitores a refletirem e avaliarem os grupos nos quais praticam. Para tanto, traduzimos, com pequenas adaptações, o presente teste, de autoria de Madeleine L. Tobias e Janja Lalich. Quiçá assim possamos ajudar alguém a libertar-se dessas relações tóxicas e instituições nefastas.
É impossível negar a influência que o Yoga tem hoje em dia sobre centenas de milhares de ocidentais. Estrelas de Hollywood, pop stars e atletas famosos estão voltando seus interesses para esta prática que surgiu em tempos neolíticos na Índia. A descoberta de si próprio está na moda!
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