Lembremos também que a missão do mestre é libertar, não provocar sofrimento nos praticantes, nem amassar fortunas e, menos ainda, angariar zumbis de cérebro lavado. Incapaz de libertar, o aspirante a mestre apenas veste uma fantasia oca e perigosa. Parafraseando o velho ditado, o dhoti não faz o mestre.
Será que o Yoga tem alguma contribuição para o problema das fobias? Pode a sabedoria dos yogis de outrora ter abordado estes temas em algum momento da sua longa história? Sim!
Na esteira de uma série de recentes escândalos envolvendo condutas criminosas por parte de famosos professores de Yoga, cabe uma reflexão aqui para voltarmos ao básico do básico.
O machismo é endêmico: está em todas partes na nossa sociedade e, desafortunadamente também bastante presente nos ambientes do Yoga. Negar esse fato é contribuir ativamente para os estupros, femicídios e agressões que preenchem o noticiário. É preciso fazer alguma coisa.
A Deusa nua e selvagem encarna a força da natureza. Ela personifica a Śakti, a força feminina. Como deusa, Kālī não é submissa e muito menos recatada.
Se sete ou mais dos ítens desta lista forem descritivos do seu guru ou mestre espiritual, existe uma grande chance dele não ser tão iluminado quanto alega. Ainda, você corre o risco de estar se relacionando com alguém potencialmente nocivo.
Acreditamos que, dado que de fato há seitas prosperando no meio do Yoga, deveríamos convidar nossos leitores a refletirem e avaliarem os grupos nos quais praticam. Para tanto, traduzimos, com pequenas adaptações, o presente teste, de autoria de Madeleine L. Tobias e Janja Lalich. Quiçá assim possamos ajudar alguém a libertar-se dessas relações tóxicas e instituições nefastas.
Este texto lista uma série de acontecimentos, alguns recentes e outros nem tanto, que revelam a forma em que certas lideranças religiosas e políticas orientam as pessoas sob sua égide a se relacionar com esta escola de vida que é o Yoga.
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