Eis aqui algumas notas esparsas e saudosas sobre as lembranças, engraçadas e patéticas, que ficam ao final de cada viagem, e que levam irresistivelmente o yogi peregrino de volta para a terra do Yoga, assim que o orçamento permite
Imagine que arqueólogos, explorando um sítio virgem de mil anos na Antártida, se deparem com uma inscrição subterrânea que mostra o Sol e próximo a ele o número 186.000 milhas por segundo, a velocidade da luz. O que faria o mundo?
Quando a deusa Parvati tomava banho, Shiva, empurrando Nandi, que vigiava a entrada, entrou sorrateiramente no aposento. A deusa ficou muito contrangida... Decidiu então criar para si um servidor, e, com as raspas de sua pele, fez um rapaz
Atendendo a pedidos, e para saciar a sede de fazer rituais de alguns bons amigos que nos solicitaram instruções a respeito do puja, publicamos aqui esta pequena prática, que dura apenas alguns minutos. Existem outras práticas, bem mais elaboradas, que podem fazer-se diariamente, mas que levam muito mais tempo.
Há poucas declarações mais familiares a cristãos do que as palavras de abertura do Credo Apostólico que inicia com a declaração afirmativa poderosa 'Acredito em Deus'. A declaração 'Eu acredito' reflete nossa confiança de que Deus nos revelou certas verdades objetivas que podem ser reconhecidas, formuladas e pronunciadas pela igreja confessional. A expressão 'Eu acredito' abre a porta confessional para uma série de declarações de verdades teológicas, formuladas com o propósito nítido de refletir o conteúdo da revelação cristã.
Ganesha é filho de Shiva e Parvati. O nome deriva da combinação das palavras sânscritas Gana (multidão, exército) e Isha (Senhor) = Ganesha - Senhor de todos os seres.
Encontrei em Paramahansa Yogananda aquilo que, não deixando de ser linda poesia, poderíamos conceituar como uma oração yogue, uma prece perfeita. Transforme-a o leitor em ritual diário.
O Yoga não é uma religião no sentido convencional, mas uma espiritualidade, um esoterismo e um misticismo. Não obstante, quando examinamos com atenção o Hinduísmo, o Budismo, o Jainismo e o Sikhismo, vemos que o Yoga, via de regra, não se vincula apenas às cosmologias, mas também às crenças e práticas religiosas dessas tradições.
Você sabe o que significa pūjā? Alguns praticantes acreditam que pūjā seja uma espécie de transferência de energia, uma saudação esquisita, onde quem 'dá' a pūjā perde alguma coisa, e quem o 'recebe' ganha energia e longevidade, força e mais alguma coisa nebulosa, arrancada à força do doador.
O Deus supremo é uno, indivisível, indescritível e ilimitado. Defin'i-Lo seria profaná-Lo. Contudo, para os simples mortais contemplarem e perceberem Sua real natureza, algum conceito deve ser dado para servir como apoio.
Um pouco da história suja dos europeus na terra do Yoga que nunca nos contaram!
Conta-se na Índia que Manu, um jovem brāhmaṇa, desejava conhecer plenamente a sabedoria dos Vedas, porém sem compreendê-los. Seu pai, um homem erudito e respeitado, procurou dar-lhe todos os ensinamentos possíveis e necessários para que ele também se tornasse um homem sábio.
Um dia, um yogi estava tomando banho num rio. Seu discípulo sentou na beira, junto às roupas e o japamálá do mestre. O yogi viu um escorpião que lutava contra a corrente. Movido pela piedade, pegou o escorpião na mão e começou a voltar para a beira. Assim que o animal se recuperou, picou o yogi na palma. O yogi sentiu uma dor insuportável subindo pelo braço, mas não soltou o escorpião.
O Dr. Subhash Kak, engenheiro em computação e eletrônica na State University de Louisiana e estudioso dos Vedas, descobriu o código-chave que explica a estrutura dos altares do fogo, da cosmogonia vêdica e do próprio Rig Veda. A extraordinária relevância deste descobrimento e sua data tão recente (1993) merecem ao menos esta breve síntese.
Vishnu, o todo penetrante, é, na mitologia purânica, o deus conservador e sustentador da criação. É um deus basicamente benigno, embora não lhe faltem os aspectos terríveis. Ostenta quatro atributos: o disco de arremessar (chakra), arma de guerra e símbolo de poder, a flor de lótus (padma), a trompa de concha (shankha) e o bordão (gada).
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