Os praticantes e professores de Yoga sempre ouvimos dizer (e repetimos) que o Yoga é um caminho para a transformação e, que ao longo das práticas, acontece uma série de mudanças nas nossas vidas que transformam a visão que temos do mundo. Porém, em alguns casos, os anos passam, as práticas continuam, mas a pessoa fica com a sensação de que alguns problemas de fundo ainda estão lá, silenciosos, secretos e imutáveis.
Afirma-se em alguns círculos de Yoga que o Hatha seria um método incompleto, incapaz de conduzir seus praticantes ao estado de iluminação, por utilizar apenas técnicas limitadas como a prática física (ásana) ou os exercícios respiratórios (pranayama). Há estudiosos e mestres de outras linhas que apresentam o Hatha como o mais básico e "materialista" dos Yogas existentes.
Bênção é uma palavra e um sentimento que vêm sempre à minha mente quando penso sobre a forma em que fui parar na Índia, com a esperança de aprender Vedanta, que na realidade nem sabia o que era exatamente.
Há poucas declarações mais familiares a cristãos do que as palavras de abertura do Credo Apostólico que inicia com a declaração afirmativa poderosa 'Acredito em Deus'. A declaração 'Eu acredito' reflete nossa confiança de que Deus nos revelou certas verdades objetivas que podem ser reconhecidas, formuladas e pronunciadas pela igreja confessional. A expressão 'Eu acredito' abre a porta confessional para uma série de declarações de verdades teológicas, formuladas com o propósito nítido de refletir o conteúdo da revelação cristã.
Swamiji, tenho dificuldades em reconhecer que existe livre arbítrio. Como é o livre arbítrio?
Todas as escolas de Yoga descritas no início do capítulo 2 de A Tradição do Yoga (Rája, Hatha, Jñána, Bhakti, Karma, Mantra e Laya Yoga) são criações da Índia pré-moderna. Com o Yoga Integral, de Sri Aurobindo, entramos na modernidade.
O auto-conhecimento disciplinado afeta positivamente o equilíbrio psicossomático e, sob certos aprofundamentos, pode promover fenômenos realmente espetaculares. Um deles foi retratado no American Heart Journal 86:2, de agosto de 1973. Num trabalho escrito pelos Drs. L. K. Khotari, A. Bordia e O. P. Gupta, foi descrito como o yogi indiano Satyamurti, de 60 anos, demonstrou controlar totalmente a sua atividade cardíaca.
Yoga é um dos termos mais flexíveis e polissêmicos (com vários sentidos) da língua sânscrita. Essa palavra, assim como outras, pode mudar muito de significado, de acordo com o contexto.
Nosso corpo é nossa casa: não importa se você é jovem ou velho, saudável ou doente, duro ou flexível, magro ou gordo, bonito ou feio. Importa, como diz Swami Dayananda, que existem corpos vivos e corpos mortos. E, se você estiver de fato lendo isto, é porque você deve ter um corpo vivo. Porque você está vivo! E, se você estiver de fato vivo e ciente disso, lembre que sempre haverá um método de Yoga do qual você possa beneficiar-se.
Muitos autores afirmam que o Yoga é um conjunto de técnicas práticas. No entanto, a definição do Yoga como pura e simples prática é incompleta, pelo fato de que ele vai muito além de seus aspectos técnicos.
Quando lemos o Yoga Sútra de Pátãnjali, nos deparamos, no primeiro capítulo (Samádhi Pada), com a seguinte assertiva: "Atha Yoganusasanam". Traduzindo, "Agora, o ensinamento do Yoga". Desse breve enunciado, podemos concluir que outra etapa antecedeu o ensinamento do Yoga.
Uma das perguntas mais freqüentes que me fazem é 'como reconhecer uma boa escola de Yoga?'. Hoje em dia, o nível do Yoga no Brasil é muito melhor do que vinte anos atrás, quando eu comecei. Mas ainda existem umas poucas escolas que, para prender o aluno, usam alguns artifícios que vão totalmente contra os princípios do Yoga, da ética e do bom senso.
Ramana Maharshi foi considerado por muitos um dos maiores sábios do nosso tempo. Viveu na Índia, de 1879 a 1950, e nele se notava total ausência de distinção entre homens e mulheres, entre castas, credos, raças e religiões, entre um príncipe e um lavrador, e entre um asceta e um pai de família.
No décimo-terceiro capítulo da Bhagavad Gita, existem alguns versos que lidam com o que podemos chamar "valores". A Gita denomina esses valores jñanam, que significa conhecimento
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