Lembremos também que a missão do mestre é libertar, não provocar sofrimento nos praticantes, nem amassar fortunas e, menos ainda, angariar zumbis de cérebro lavado. Incapaz de libertar, o aspirante a mestre apenas veste uma fantasia oca e perigosa. Parafraseando o velho ditado, o dhoti não faz o mestre.
Não sou pai nem mãe, nem parente, nem doador, nem filho nem filha, nem quem recebe nem quem sustenta. Nem a esposa, nem o conhecimento das coisas do mundo, nem tampouco [posso buscar segurança na] minha profissão. Você é o meu refúgio. Só você é o meu refúgio, Mãe Bhavanī. || 1 ||
Na tradição do Yoga tántrico, a serpente enroscada kuṇḍalinī simboliza o potencial de iluminação e liberdade e ao mesmo tempo a força que possibilita a realização desse processo. Nesse sentido, a serpente é símbolo de poder, pois consegue andar apesar da ausência de pernas.
Navarátri é uma festa muito popular na Índia e, como toda celebração hindu, tem um simbolismo rico. São nove noites (nava = nove + ratri = noite) dedicadas às três Devis (deidades femininas) principais: Durgá, Lakshmi e Saraswati.
A Deusa nua e selvagem encarna a força da natureza. Ela personifica a Śakti, a força feminina. Como deusa, Kālī não é submissa e muito menos recatada.
Parvati é também chamada Śakti (a Poderosa), Ambikā (a Mãe Querida), Gaurī (a Dourada, devido à cor do trigo maduro, com o qual a fertilidade de deusa está associado) e Lalītā Tripurasundarī (a Brincalhona, Bela dos Três Mundos), dentre outros.
As diversas correntes da variada tradição hindu apresentam distintas interpretações sobre quem são e qual é a função dos Avatāras. O termo Avatāra significa “Aquele que Desce”, e indica uma encarnação terrestre de Viṣṇu
Este é o célebre e belo Mahiṣāsura Mardini Stotram, também conhecido como Ayi Giri Nandini, um stotra em 20 versos em louvor à Mãe Divina.
Mohinī é, na mitologia hindu, o único avatar feminino, a única forma de Viṣṇu como mulher. É descrita como uma mulher encantadora e de extraordinária beleza, que seduz e paralisa os seus admiradores.
Uma vez, o rei Viśvāmitra fez uma caçada numa densa floresta ao pé do Himalaia. No fim da jornada, tanto ele quanto sua tropa estavam na mais absoluta exaustão, morrendo de fome e sede. Andando por uma trilha, chegaram na caverna do grande sábio Vasiṣṭha, não longe da atual cidade sagrada de Rishikesh, e a ele pediram refúgio, água e alimento.
Ganesha é filho de Shiva e Parvati. O nome deriva da combinação das palavras sânscritas Gana (multidão, exército) e Isha (Senhor) = Ganesha - Senhor de todos os seres.
Conta-se na Índia que Manu, um jovem brāhmaṇa, desejava conhecer plenamente a sabedoria dos Vedas, porém sem compreendê-los. Seu pai, um homem erudito e respeitado, procurou dar-lhe todos os ensinamentos possíveis e necessários para que ele também se tornasse um homem sábio.
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