Conhecemos a plenitude? Conhecemos a felicidade? Sabemos o que estamos buscando? Você já experienciou a felicidade, já se sentiu completo, com a sensação de que nada estava faltando? Se você segue o dharma, elimina os conflitos, fica tranquilo e a plenitude se revela. Como sensação, como experiência, a felicidade pode durar mais ou menos. Porém, sendo uma sensação, pensamento ou sentimento, essa felicidade será, forçosamente, limitada: começa num determinado momento, e noutro momento acaba.
A cada ano, quando se celebra o aniversário do falecimento de Swami Tarananda, mestre de Swami Dayananda, o Ashram celebra seu mahasamadhi com um bhiksha bhandara, um banquete oferecido aos sadhus de Rishikesh no fim do mês de fevereiro que à vezes se estende por cinco ou sete dias.
Um dia destes, uma pessoa me perguntou sobre o nosso mestre: “Será que ele é iluminado?”. A pergunta é bastante subjetiva, e revela a maneira em que muita gente olha para os mestres. Não há um teste que possa ser aplicado para determinar se alguém é iluminado ou não. De qualquer maneira, antes de responder à pergunta, teríamos que ver o que significa ser “iluminado” para a pessoa que coloca a questão.
Por que os resultados de um mesmo tipo de prática variam de pessoa para pessoa? Por que somos diferentes, por que não existem dois corpos idênticos, ou duas mentes que funcionem da mesma forma. Assim, as práticas podem produzir resultados diferentes em pessoas diferentes.
Com a valorização da moeda brasileira, talvez tenha chegado a hora de alguns praticantes do Yoga decidirem realizar aquela tão sonhada viagem à Índia, terra do Yoga, dos marajás, dos belos palácios, do povo, da comida e da cultura exótica. Ir à Índia, à primeira vista, aos olhos dos leigos, parece uma viagem nunca imaginada, impossível de se concretizar; mas, para os yogis, não é.
Este texto lista uma série de acontecimentos, alguns recentes e outros nem tanto, que revelam a forma em que certas lideranças religiosas e políticas orientam as pessoas sob sua égide a se relacionar com esta escola de vida que é o Yoga.
A partir da descoberta da gravidez, diferentes expectativas, medos, ansiedades e junto com isto, uma enorme felicidade! Uma enxurrada de sentimentos e acontecimentos, vindos todos juntos, se complementando, se contradizendo e coexistindo, gerando uma verdadeira tempestade emocional.
Preparação para práticas sutis: É necessário estabilizar e clarear a mente antes de sermos capazes de experimentar as meditações sutis ou o samadhi. O treinamento especializado de um atleta olímpico é baseado em uma fundação sólida de preparação física. De modo similar, é necessário o treino generalizado em concentração correta para avançar nas práticas.
Obstáculos são esperados: Existe um número previsível de obstáculos que surgem na jornada interior, acompanhados de várias conseqüências. Embora estes obstáculos possam ser desafios, saber que são algo natural fornece alguma tranqüilidade, pois são uma parte previsível do processo. Saber disto pode ajudar a manter a fé e a convicção, apresentados em sutras anteriores como sendo essenciais.
O Om é um caminho direto: A vibração desse som, acompanhado de um profundo sentimento para com o significado do que ele representa traz a realização do Eu individual e a remoção dos obstáculos que normalmente impedem esta realização. De certa forma, esta prática é como um atalho pelo qual podemos ir diretamente para o coração do processo.
O Yoga propõe uma vida na qual ação e contemplação caminhem juntas. Como não escolhemos nem a época nem o lugar onde nascemos, precisamos nos adaptar à situação em que estamos vivendo, mantendo o estado de paz. Essa arte de viver em paz em meio das mais diversas circunstâncias chama-se kshanti, em sânscrito.
Usando um lençol ligado ao teto por argolas, o AntiGravity Yoga é a novidade da hora. Elevados do solo em meio metro, os praticantes mantém o corpo envolto pelo pano e, no transcurso da aula, vão se movimentando pelo espaço, dando formas aos familiares ásanas.
O artigo O Pensamento Vivo de Maxime Vangelier é uma sátira que fizemos para protestar contra a superficialidade com que o assunto autoconhecimento é tratado atualmente. Maxime Vangelier nunca existiu. Esse texto foi montado para parecer real e interessante numa leitura rápida, mas é um absurdo, do início ao fim.
Nos dias livres dos retiros em Rishikesh, vamos andando até Lakshmanjhula, para tomar banho no rio, almoçar ou buscar algum livro interessante. Para chegar, é necessário subir a beira oriental do Ganges. Numa certa altura as coisas começam a mudar. Sorria: você está em Lakshmanjhula.
Escolha seu nível de prática: Nos sutras 1:21 e 22 são descritos nove níveis de prática e compromisso, e três subdivisões para a prática intensa. Devemos escolher um dentre esses níveis de prática e compromisso. Todos podem progredir e ter a experiência direta. É muito útil se conseguirmos nos localizar nas nossas práticas pessoais, pois grande liberdade pode vir ao saber onde estamos.
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