Como você não pode se alimentar por outra pessoa, pode parecer, no entanto, que a oração não possa ser feita para uma outra pessoa. Mas orar não é como se alimentar. Não é como aquele que tem fome e que precisa ser satisfeito. Orar é uma ação, um karma.
Dois jovens amigos empreendem uma jornada, andando de uma vila para outra. No caminho, passam à frente de um templo de Gaṇeśa. Um deles pára para fazer suas preces. O outro, descrente, segue andando, mais devagar. O jovem que ficou no templo o alcança um pouco mais adiante no caminho.
O mais sutil dos elementos é o espaço. Cada um dos cinco elementos está associado com um sentido. Esse som, nāḍābrahma, é o atributo do elemento espaço, ākāśa. E o som, que se propaga no espaço, é chamado Oṃ.
É sabido que o objetivo do estudante dos Vedas, assim como o objetivo do Yoga, é mokṣa, a libertação. Isso implica a total eliminação do saṃsāra. A morte do corpo físico não é o fim do saṃsāra pois, após essa morte, há novos nascimentos, mesmo que eles aconteçam noutros planos (lokaḥ).
Esta entrevista sobre o novo momento que o Yoga está vivendo em nossa sociedade fez parte do trabalho de pesquisa da jornalista Marcela Buscato, da revista Época. Compartilhamos aqui com nossos amigos e leitores seções da mesma que não foram publicadas nesse semanário, esperando que gostem e desfrutem.
O dicionário nos diz sobre a palavra tempo: “duração relativa das coisas que cria no ser humano a idéia de presente, passado e futuro; período contínuo e indefinido no qual os eventos se sucedem”. A ideia que surge desta definição, característica de como o ocidente enxerga o tempo, é a de uma progressão linear.
A maneira em que o culto exterior torna-se culto interior é descrita no Gautamīya Tantra. Depois de invocar a imagem da Deusa no lótus do coração, deve-se “oferecer o coração como o assento de lótus da deidade; oferecer o néctar divino do lótus sahasrāra (centro de energia no topo da cabeça) como a água que lava Seus pés.
Nesta terceira e última parte do livro de Swami Dayananda, The problem is you, The solution is you, Swamiji nos mostra que para todos os tipos de problemas existe uma solução.
Dando continuidade ao livro The problem is you, The solution is you, nesta segunda parte, Swami Dayananda nos fala sobre a procura incessante daquilo que pode estar bem à nossa frente mas, devido à ignorância, não percebemos.
Na maioria das vezes achamos que os problemas com os quais nos deparamos são muito complicados, que não merecemos tê-los e às vezes pensamos que jamais irão se resolver. The problem is you, The solution is you, é um valioso livro escrito por Swami Dayananda.
Uma noite, o rei Janaka sonhou que havia perdido seu reino e se tornado um mendigo. Como mendigo, vagava pelas ruas da sua cidade pedindo esmola. A sensação de fome fez ele chorar. Uma mulher de bom coração serviu-lhe um prato de comida. Porém, no exato momento em que ele estava pegando a comida, o prato escorregou das suas mãos e quebrou contra o chão. Nesse momento, o rei acordou.
Assim como o arroz sem descascar e sem preparar pode germinar mas não consegue faze-lo quando é descascado e torrado, da mesma forma o karmāśaya, quando baseado nos kleśas, é capaz de produzir conseqüências, mas não produz nenhum efeito quando esses kleśas são removidos através da adquisição do conhecimento verdadeiro.
O fim da picada: mistura de Yoga e pornografia promovida pela revista Playboy para vender seus hipersexualizados “produtos”. Essa iniciativa visa, assim como as ações das outras multinacionais que tentam associar sua imagem ao Yoga, o claro e excuso objetivo de lucrar com nosso estilo de vida.
Existe uma crença, bastante disseminada no mundo do Yoga que diz que a iluminação é uma experiência a ser alcançada. Isso é chamado samādhi ou nirvāṇa. Existem de fato vários tipos de samādhi, estados de clareza, organização e tranquilidade dos pensamentos, da mente, a abstração em relação aos nomes e formas, o que não significa que eles sejam experiências.
O uso da ayahuasca e a prática do Yoga são duas tradições ancestrais, duas vias para o conhecimento e o encontro com o Ser. São dois caminhos para a libertação e ainda, se quisermos, dois meios para entender a vida e a Consciência como algo que existe, existiu e existirá no aqui e agora.
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