Segundo o Yoga, o humano está constituído por três corpos superpostos bem diferenciados e que interagem constantemente: o corpo físico, o sutil e o causal.
Esta série de três textos que aqui iniciam tem como propósito esclarecer alguns pontos importantes em relação a Īśvara, a inteligência universal, seu papel nas nossas vidas e ao Karma Yoga. Estes temas, infelizmente, são bastante mal compreendidos na atualidade. Começaremos por este último, que deveria, penso, ser chamado Yoga da vida e não Yoga da ação.
Estamos acostumados a ouvir e aceitar sem maiores questionamentos que o Haṭhayoga, de origem tántrica, é bem mais recente e está completamente separado dos sistemas anteriores a ele, como o Yoga de Patañjali, o Jñānayoga, o Karmayoga, o Mantrayoga, etc.
Uma vez, um yogi vivia numa densa floresta com seus discípulos. Ele ensinava o desapego e repetia incessantemente para os estudantes que o mundo manifestado é pura ilusão. Um dia, um elefante furioso e faminto atacou a ermida onde eles moravam.
Sendo o Yoga uma visão que abrange todos os aspectos da existência, a sexualidade não poderia fica de fora. Brahmacharya é o preceito que nos ajuda a viver a sexualidade, seja cultivando-a de maneira compassiva, seja transcendendo-a e renunciando a ela.
Mohinī é, na mitologia hindu, o único avatar feminino, a única forma de Viṣṇu como mulher. É descrita como uma mulher encantadora e de extraordinária beleza, que seduz e paralisa os seus admiradores.
Pela negação do que não somos, revela-se a Felicidade que somos.
O Mahalīla, jogo milenar hindu, é para os indianos o que o tarô é para os europeus e o I Ching para os chineses: uma descrição dos estados, experiências e situações pelas quais circula o homem no processo de crescer através da vida
Edição da Kenopaniṣad completa, com comentários de Swāmi Dayānanda.
A Amṛtabindūpaniṣad é um antigo texto védico, vinculado ao Kṛṣṇa Yajurveda, uma das quatro grandes coleções de mantras que constituem o alicerce da tradição védica e, por extensão, de todas as formas de Yoga. Ela é considerada uma Upaniṣad menor. Ou seja, pertence àquele grupo das Upaniṣads que não foram comentadas pelo grande sábio Ādi Śaṅkarācārya. Por outro lado, também é classificada como uma Yogopaniṣad, ou uma Upaniṣad do Yoga.
Bahr Al-Hayat, ou "O Oceano da Vida", é um incrível texto sufi sobre Haṭhayoga do início do século XVII, atribuído ao sábio Muhammad Ghawth Gwaliyari. Dizemos incrível, pois ele mostra a tolerância e o interesse do sufismo pelas práticas do Haṭhayoga tântrico que eram muito populares na época. O texto foi encomendado pelo Imperador Jahangir, pai do Shah Jahan, construtor do Taj Mahal.
O Hatha Yoga permite muita flexibilidade e liberdade em termos de investigação pessoal. Isso talvez não atraia pessoas em busca de uma doutrina salvadora, mas pode ser útil para quem não tem receio de assumir a responsabilidade pelo seu próprio crescimento pessoal. Também são dignas de menção, como motivações para esta prática, a adaptabilidade e a abordagem não-dogmática, bem como a instrumentalidade e a capacidade de responder às necessidades de cada pessoa de maneira personalizada e eficiente.
A Gheraṇḍa Saṁhitā é um manual de Hatha Yoga do século XVII que consta de 351 estrofes distribuídas em sete capítulos.
Este exercício de purificação é ótimo para aumentar o fogo digestivo, fortalecer e estabilizar a musculatura do abdômen e estimular o movimento peristáltico. Igualmente aumenta a saúde e vitalidade dos órgãos internos e promove uma massagem estimulante nas glândulas do sistema endócrino vinculadas do tronco, como o timo, o pâncreas, as suprarrenais e as gônadas.
É natural que todo aquele praticante do Yoga que se apaixonou pela valiosa filosofia milenar queira se aprofundar nos estudos, não só para se tornar professor ou professora
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