O desenvolvimento tecnológico moderno, crescente e ilimitado, nos põe face a face com o poder humano frente ao domínio da natureza. Por que, então, praticar Yoga neste mundo tão rápido, pragmático
A vida de grande parte das pessoas hoje, na sociedade em que vivemos, é movida por um sentimento chamado descontentamento. Como se dá isso? Bom, para entender esse sentimento, vou começar falando pelo seu oposto, o contentamento
A tradição yogika conhece dois caminhos diferentes que conduzem à iluminação. Destes, o primeiro é o da prática constante e o desapego (abhyasa e vairagya). O segundo caminho que propõe a iluminação como forma de vida é muito menos conhecido.
'Meu nome é Roberto, sou um alcoólatra e dependente químico em recuperação. Hoje eu não bebi e não usei nada que alterasse o meu estado natural'.
Sempre esperamos um resultado ao fazermos uma ação. Algumas pessoas 'espirituais' afirmam que deveriamos agir sem esperar os resultados das nossas ações. Porém, nem um louco agiria assim!
O texto que você vai ler a seguir é um resumo comentado do livro Karma-Yoga, a Educação da Vontade, de Swami Vivekananda. As idéias estão expostas seguindo a mesma seqüência empregada no livro e, na sua grande maioria, apesar de reformuladas de uma maneira mais sintética, mantêm o sentido original.
Hoje estava ouvindo a música da Madonna chamada Die another day ("Morrer outro dia"), que dá nome a um dos filmes da série do espião James Bond. A letra dessa música recolhe algumas idéias centrais da prática yogue. Num trecho, que chamou bastante minha atenção, essa música diz três coisas...
Segundo o sutra da mente desperta, enquanto se lava a louça, deve-se somente lavar a louça, o que quer dizer: enquanto se está lavando a louça, deve-se estar totalmente cônscio do fato de que se está lavando louça.
Afirma-se em alguns círculos de Yoga que o Hatha seria um método incompleto, incapaz de conduzir seus praticantes ao estado de iluminação, por utilizar apenas técnicas limitadas como a prática física (ásana) ou os exercícios respiratórios (pranayama). Há estudiosos e mestres de outras linhas que apresentam o Hatha como o mais básico e "materialista" dos Yogas existentes.
O auto-conhecimento disciplinado afeta positivamente o equilíbrio psicossomático e, sob certos aprofundamentos, pode promover fenômenos realmente espetaculares. Um deles foi retratado no American Heart Journal 86:2, de agosto de 1973. Num trabalho escrito pelos Drs. L. K. Khotari, A. Bordia e O. P. Gupta, foi descrito como o yogi indiano Satyamurti, de 60 anos, demonstrou controlar totalmente a sua atividade cardíaca.
Esta á a história do jovem yogi Shuka e o rei Janaka, pai da princesa Sítá, heroína do épico Rámáyána. Esta história mostra algo pelo que todos nós passamos em algum momento das nossas vidas em relação ao Yoga: como conjugar a vida trepidante nos dias de hoje com o estado de paz que se precisa para viver em Yoga? Ao mesmo tempo, a história nos dá uma sugestão para passar através dessa situação e sair vitoriosos.
Este texto foi preparado para a palestra sobre dharma ministrada por Pedro Kupfer no II Yoga Sangam, conferência internacional de Yoga que aconteceu em Florianópolis, em maio de 2001. O nosso caro leitor/internauta saberá perdoar o estilo coloquial do artigo.
A seqüência de posturas praticada em muitas tradições de Hatha Yoga, além de todos os benefícios normalmente citados, pode servir para uma pequena reflexão sobre alguns aspectos universais e pessoais do relacionamento de cada um com sua vida e a vida em si.
Este é um diálogo entre Sri Nisargadatta e um dos seus discípulos.
Que a minha prece seja, não para ser protegido dos perigos, mas para não ter medo de enfrentá-los. Que a minha prece seja, não para acalmar a dor,mas para que o coração a conquiste. Permita que na batalha da vida não procure aliados,mas as minhas próprias forças. Permita que não implore no meu medo, ansioso […]
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