Listamos aqui oito questões preocupantes que vemos atualmente na nossa comunidade, e que precisariam ser abordadas com um novo olhar em prol da democratização dessa bela visão do mundo e modo de viver que é o Yoga.
Desde tempos imemoriais, a meta do Yoga tem sido a iluminação. Tem várias formas de se dizer iluminação em sânscrito: mokṣa, nirvāṇa ou kaivalya.
Utilidade pública: eis um punhado de boas desculpas que você pode dar ao diretor do espaço onde ensina Yoga quando não estiver com vontade de trabalhar: "perdi a minha lente de contato do terceiro olho e não pude sair de casa..."
Diz-se que a mente pode ser de dois tipos: pura e impura. Quando é governada pelos sentidos, torna-se impura; porém, com os sentidos sob controle, a mente torna-se pura.
O Yoga, prática milenar originária da Índia, é muito mais do que um simples exercício físico. É um sistema integral que visa a saúde, o bem-estar e o contentamento perene daquele que o pratica, unificando os poderes do corpo, a vitalidade e a mente. Seus benefícios são amplos e diversos, e podem ser divididos em oito propósitos principais.
A Bhagavad Gita começa afirmando que não há causa real para aceitarmos o sofrimento como algo natural. A falta de habilidade do ser humano para lidar com seus problemas deriva da falta de
O vivaha é o mais importante dos rituais hindus. Dá-se grande importância ao casamento, pois considera-se que a vida em família é o estado natural dos seres humanos, e onde nós temos mais chance de sermos felizes e realizar nossas mais altas aspirações
Recebi recentemente uma interessante mensagem de um praticante fazendo, em nome do Yoga tântrico, uma série da categóricas afirmações sobre o grande sábio Patañjali e a sua obra, o Yogasūtra. Dentre outras coisas, afirmava o colega que essa obra, seminal na tradição do Yoga, não menciona prāṇa, cakras, nāḍīs nem kuṇḍalinī.
Os 12 dośas ou imperfeições do carácter, precisam ser mantidos à distância e, eventualmente, removidos. Nas busca do conhecimento, esses dośas precisam ser evitados
Os mantras são práticas de Yoga que podem trazer imensa paz e bem-estar para quem os pratica. Como diz o ditado, "quem mantra seus males espanta". Porém, ao praticar mantras precisamos evitar um perigo que ronda a prática e o estudo do Yoga em todos os níveis: o do pensamento mágico.
Compreendendo o que fomos, entendemos o que somos. Compreender o passado é uma forma de entender o que significa a vida no presente. Dessa forma, um aspecto do valor dos mitos aos quais aludem os nomes dos āsanas é enriquecer o presente do praticante convidando-o para manter vivos em sua memória os feitos dos yogis, de maneira que suas trajetórias nos inspirem no presente.
Ouvimos muito falar em dharma. Usamos esta palavra com alguma frequência nas conversações sobre Yoga, mas às vezes, percebo que o que alguns compreendem como sendo dharma é diferente do que outros pensam ou falam. Assim, decidi escrever este texto como uma maneira de contribuir para a compreensão desse importante conceito, à luz do que aprendi com meu mestre.
Nas aulas de Vedanta, o Ser é definido como sat, chit e ánanda. Acho que estou começando a entender "sat", existência, e "chit", consciência, mas "ánanda", felicidade, ainda me parece difícil. Se sou realmente consciência não-dual sem uma identidade própria, uma consciência individual, como poderei saber que sou felicidade?
Subhāṣitas são poemas breves em sânscrito, compostos na forma de aforismos, conselhos, máximas ou enigmas. A palavra subhāṣita significa “aquilo que é bem falado” ou provérbio de sabedoria, e refere-se a um gênero de literatura clássica indiana que consiste em versos ou aforismos concisos e instigantes. Os subhāṣitas são caracterizados por seus profundos insights, ensinamentos […]
Neste exercício respiratório, a inspiração é feita pela narina direita ou solar (piṅgalānāḍī), enquanto que a expiração é feita pela narina esquerda ou lunar (īḍānāḍī).
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