Swami Ramdas, um homem santo do sul da Índia, chegou uma madrugada numa estação de trens em algum lugar da terra sagrada do Yoga
Este texto é uma reflexão de um ocidental sobre a pūjā, seu fundamento teórico e sua conjugação com uma prática pessoal. Pūjā significa 'oferenda'
Originário da parte final dos Vedas (as escrituras sagradas indianas), o Vedanta é uma ciência espiritual que busca identificar-se com o todo universal. Um de seus grandes conhecedores, Swami Dayananda Saraswati, explica aqui a importância do Vedanta no mundo atual.
Atendendo a pedidos, e para saciar a sede de fazer rituais de alguns bons amigos que nos solicitaram instruções a respeito do puja, publicamos aqui esta pequena prática, que dura apenas alguns minutos. Existem outras práticas, bem mais elaboradas, que podem fazer-se diariamente, mas que levam muito mais tempo.
A palavra "meditação" tem sido usada na tradução de dhyána e nididhyásana. Como o senhor interpreta e traduz esses dois termos?
A base para qualquer forma de oração é o próprio reconhecimento de sua impotência. A oração nasce do seu reconhecimento de sua própria impotência e também de sua apreciação de uma fonte de todo poder e todo conhecimento. Com essas duas descobertas, a oração é muito natural.
Você sabe o que significa pūjā? Alguns praticantes acreditam que pūjā seja uma espécie de transferência de energia, uma saudação esquisita, onde quem 'dá' a pūjā perde alguma coisa, e quem o 'recebe' ganha energia e longevidade, força e mais alguma coisa nebulosa, arrancada à força do doador.
Todos somos investimentos de Deus, porque Ele nos gera e nos mantém com Seus recursos, Suas energias e Seus poderes infinitos. Como todo investidor inteligente, Deus espera lealdade e rentabilidade. Quanto à liquidez, é a morte que determina a data do resgate.
Yoga da Devoção
Que a minha prece seja, não para ser protegido dos perigos, mas para não ter medo de enfrentá-los. Que a minha prece seja, não para acalmar a dor,mas para que o coração a conquiste. Permita que na batalha da vida não procure aliados,mas as minhas próprias forças. Permita que não implore no meu medo, ansioso […]
Quando os Mestres sugerem Īshvarapranidhāna, querem dizer ao caminhante: 'entregue-se a Deus'
A hora é chegada. Se você quiser, pode ficar onde está e como está, a perder tempo. Se você quiser, pode continuar inconsciente e sem rumo, sem rota, sem objetivo, perdendo tempo e perdendo-se
Chama-se Bhakti Yoga a conquista do Reino através da adoração e do amor. Bhakta é o devoto que, na adoração de uma imagem, de uma expressão sensível de Deus se extasia
Añjali mudrá é o gesto de saudação. Añjali significa saudar, elevar, invocar, trazer, cultivar. Transmite sentimentos positivos, cordialidade e boas intenções. Na Índia, este gesto equivale ao nosso aperto de mãos. Nas práticas de Yoga é usado para fazer a saudação inicial e a final.
Sankirtan é a Swarupa ou natureza essencial de Deus. Dhvani é Sankirtan. Os quatro Vedas têm a sua origem no som. Existem quatro tipos de som: Vaikhari (vocal), Madhyama (da garganta), Pasyanti (do coração) e Para (do umbigo). O som parte do umbigo. Os Vedas também se originam do umbigo. O Sankirtan e os Vedas provêm da mesma fonte.
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