O Rāmāyāṇa é um dos grandes épicos da literatura asiática. Indianos, indonésios, tailandeses e vietnamitas se emocionam e inspiram desde sempre com as aventuras narradas nos mais de 24000 versos dos sete livros deste belo texto, que conta a história de Rāma. Rāma é uma encarnação do deus da preservação, Viṣṇu que desce periodicamente à terra para salvaguardar o dharma.
Muitas vezes pensamos que o status da mulher nas sociedades antigas tenha se mantido mais ou menos estável, sempre ou quase sempre por baixo da posição do homem, submissa e escrava, como uma espécie de objeto sem vontade própria nem direito de decidir sobre a própria vida. Embora isso possa ser verdadeiro em relação às sociedades dominadas pelas religiões abraâmicas, houve exceções no passado, como foi o caso da sociedade etrusca, o da hindu e outras onde predominou o matriarcado.
As diversas correntes da variada tradição hindu apresentam distintas interpretações sobre quem são e qual é a função dos Avatāras. O termo Avatāra significa “Aquele que Desce”, e indica uma encarnação terrestre de Viṣṇu
Este é um dos textos mais claros e importantes da nossa tradição, pois revela a visão de si mesmo como Ilimitado, de forma direta e simples.
Uma vez, o rei Viśvāmitra fez uma caçada numa densa floresta ao pé do Himalaia. No fim da jornada, tanto ele quanto sua tropa estavam na mais absoluta exaustão, morrendo de fome e sede. Andando por uma trilha, chegaram na caverna do grande sábio Vasiṣṭha, não longe da atual cidade sagrada de Rishikesh, e a ele pediram refúgio, água e alimento.
Um dia, Kṛṣṇa e seus amigos estavam batendo uma bola à beira do rio, quando ela foi parar na água. Kṛṣṇa mergulhou desde uma árvore kadamba para recuperá-la, porém o seu movimento incomodou o nāga, que o rodeou com suas cento e dez cabeças de maneira muito ameaçadora, vomitando veneno e criando uma nuvem peçonhenta ao seu redor.
Abster-se da crueldade é o Dharma mais elevado. Abster-se da crueldade é o mais elevado autocontrole. Abster-se da crueldade é o mais elevado presente. Abster-se de crueldade é a mais elevada austeridade. Abster-se de crueldade é o mais elevado sacrifício.
Bebo o sublime néctar de Rāma, o Divino. Com ele, esqueço todos os demais sabores. Por que deveríamos chorar a morte de outrem Se nós mesmos não somos permanentes? Quem nasce, morre: deveríamos chorar por isso? Nos absorvemos no Uno do qual viemos.
Uma vez, o rei Janaka, pai da princesa Sita, heroína do Ramayana, estava dormindo. Ele sonhou que o rei vizinho atacava seu reino e que acontecia uma guerra
O rei questionou o sábio dizendo, 'ó Sanatsujāta, eu escuto que você é da opinião de que não há morte. No entanto, é dito que deuses e asuras fazem práticas de austeridade como forma de evitar a morte.
O imperador grego Alexandre Magno invadiu a Índia no ano 326 antes de Cristo, estabelecendo colônias na terra que viu o Yoga nascer e iniciando assim o primeiro grande intercâmbio cultural, filosófico, artístico, técnico e comercial entre Oriente e Ocidente.
Durante os doze anos que durou seu primeiro exílio, os cinco irmãos Pandavas e sua única esposa, Draupadi, foram peregrinando de lugar sagrado em lugar sagrado. Atravessando uma região baixa e pantanosa, os gêmeos Pandavas, Nakula e Sahadeva, chegaram a um pequeno lago, acossados pela sede. Quando iam beber, uma voz pediu que, antes, respondessem algumas perguntas.
Vishnu, o todo penetrante, é, na mitologia purânica, o deus conservador e sustentador da criação. É um deus basicamente benigno, embora não lhe faltem os aspectos terríveis. Ostenta quatro atributos: o disco de arremessar (chakra), arma de guerra e símbolo de poder, a flor de lótus (padma), a trompa de concha (shankha) e o bordão (gada).
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