Tradução do nome desta postura:
chatur = quatro, anga = membros, danda = bastão;
postura do bastão, com apoio em quatro membros
Tudo o que você estudou em termos de alinhamento e encaixe em relação à posição inicial (procure nesta mesma seção o artigo sobre samasthitih / tadasana), vale também para esta postura.
Se tiver dificuldade em sustentar o peso do tronco nas mãos, você poderá apoiar o esterno, o abdômen ou o osso púbico num bloco de madeira.
Comece treinando a pressão das mãos contra uma parede, para perceber o encaixe das escápulas, que ficam para baixo e afastadas, o giro da pele dos ombros em direção a elas, a ação dos cotovelos, que ficam tocando as costelas laterais, e a maneira em que você coloca o peso do tronco nas palmas das mãos.

Dicas de execução:
Os antebraços e os quadris ficam paralelos ao chão.
O pescoço está alongado.
Os ombros ficam para trás e para baixo, abertos.
As axilas estão afastadas entre si.
O cóccix volta-se em direção aos calcanhares, em posição neutra.
Mantenha os bandhas na base do tronco.
Leve a consciência para a região abaixo do umbigo (kanda).
Observe como fica mais fácil espirar do que inspirar nesta postura.
Mantenha o rosto relaxado e perceba que tipo de emoção surge quando você permanece aqui por dez a vinte respirações.
Atenção:
Estas dicas não substituem um professor de Yoga. São disponibilizadas apenas para que o praticante possa aprimorar sua técnica e sua prática pessoal. No início, a prática sob a supervisão cuidadosa de um instrutor preparado e competente é essencial para o sucesso na prática, bem como para evitar lesões. O autor não se responsabiliza pelo mal uso que possa ser feito destes textos.
Continue a leitura no yoga.pro.br: Purvottanasana, o alongamento frontal · Virabhadrasana II · Paschimottanasana, a postura da pinça
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