Você tem liberdade para pensar ou fazer qualquer coisa. Aquilo que você pode usar e do que pode abusar é a liberdade. A liberdade pode ser bem usada, mas você também pode negligenciá-la ou até mesmo abusar dela. A consciência de si mesmo e do mundo, somada à capacidade de julgar, é aquilo que nos torna humanos.
Os desejos são parte fundamental da ordem psicológica humana. O problema não é o desejo mas a maneira em que lidamos com ele. Uma coisa é termos desejos, o que é perfeitamente natural. Outra, muito diferente, é sermos governados por eles.
Pode ser que já estejamos no caminho da espiritualidade há tempos. Pode ser que já tenhamos feito muitas aulas, práticas, meditações e reflexões. Pode ser que já tenhamos feito peregrinações, cursos e retiros. Pode ser que já tenhamos vivenciado algumas inesquecíveis experiências místicas. Que nos falta para assumir a felicidade que somos?
Esta sequência é adequada para pessoas que estejam em meio a uma crise de dor e precisem de alívio e relaxamento das tensões advindas dela. Como há muitas causas diferentes para dores nessa região, as soluções para aliviá-las devem ser igualmente diferentes.
Depois de alguns anos ensinando yoga para gestantes, algumas reflexões com professores mais experientes e outros profissionais, eu poderia dizer que as invertidas na gestação necessitam moderação. As posturas de inversão do hatha yoga são aquelas onde o umbigo fica acima da linha do coração. Na gestação, estas posturas precisam ser bem avaliadas se são adequadas para cada mulher.
Extensa e interessante entrevista com o casal Ângela e Pedro Kupfer conduzida em 2014 pelo professor de Yoga e blogger Humberto Meneghin, do blog Yoga em Voga.
A morte inspira medo. Em nosso cotidiano, via de regra, procuramos varrer convenientemente esse tema para baixo do tapete, ocupados como estamos na busca do conforto, a prosperidade e a satisfação. Porém, em alguns momentos, ele surge intempestivamente, nos invade e passa como um rolo compressor por cima da nossa frágil estabilidade emocional.É dito que se não estivermos prontos para viver, tampouco estaremos preparados para morrer.
Sankalpa significa construção mental, resolução interior. Dentro da prática de Yoga, ocorre durante o Yoga Nidra, ou Sono do Yoga. Contudo, antes mesmo de abordar como se pratica e elabora essa construção mental, para compreendê-la é preciso descrever o contexto no qual ela se insere.
Identificados com a insegurança que por momentos toma conta da mente, às vezes pensamos coisas como “será que vou realizar meus desejos? Será que vou conseguir conquistar o que preciso para me sentir seguro?” O problema é que este tipo de padrão mental de ansiedade torna-se uma verdadeira prisão, um feitiço que nos impede o crescimento e nos tolhe a liberdade.
Nyāsa é uma palavra sânscrita que significa “colocar”, “aplicar” ou “tocar”. Esse termo define uma série ampla de práticas tántricas. Nyāsa consiste em tocar ou colocar os dedos ou as mãos em diferentes lugares do corpo, obedecendo a uma certa seqüência ritual. Através desse passeio sagrado pelo corpo, chamado parikrāma ou pradakṣina, cada uma das partes do corpo é “animada” e “sacralizada” por um mātrikā bīja, uma dos “mães-sementes”, ou sílabas sagradas do alfabeto sânscrito. Isto se faz associando a cada um desses sons um mantra específico.
A típica percepção pública do Yoga tem mudado significativamente em anos recentes. Este artigo se refere a natureza destas mudanças, comparando o Yoga tradicional dos sábios da antiguidade com as revisões modernas. O artigo também inclui citações de nove diferentes professores cujos nomes são muito conhecidos
Não sou humano, nem anjo nem demônio. Não sou brâmane nem guerreiro, nem comerciante nem artesão. Não sou brahmacari nem casado (gṛhasta), nem aposentado nem renunciante. Na forma de bodha, a consciência, sou Åtma, cuja natureza é a consciência ilimitada.
Há pessoas tão sensíveis, mas tão sensíveis, que são incapazes de lembrar que existe gente que sofre. Assim, a melhor solução que concebem é ignorar por completo a dor alheia, para não sofrer elas mesmas. Esse tipo de indiferença e passividade, infelizmente, é visto com alguma frequência no meio do Yoga.
Você lê tantos livros para saber tudo Mas nunca lê seu próprio coração. Você corre para os lugares sagrados Mas nunca entra no altar do seu coração. Você é rápido para condenar o demônio Mas o orgulho é uma batalha que nunca venceu.
Amor é uma expressão de ānanda, da sua própria felicidade. Quando você age de maneira amorosa, as suas ações retornam para você na forma de amor. Assim você aprende a amar. Você não vai ser amado pedindo para as pessoas que lhe amem, mas agindo amorosamente.
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