O Yoga cresce sem parar: nos Estados Unidos já são mais de 20 milhões de praticantes e, segundo estimativas recentes, essa tendência de crescimento irá se manter, no mínimo, por mais dez anos. Aqui no Brasil não é diferente, e esta visão libertadora, que nos sugere uma forma muito saudável de viver, atrai cada vez mais adeptos.
Aceitar situações das quais gostamos, ou aquelas que nos surpreendem agradavelmente é muito fácil. Aceitar coisas que nos são indiferentes tampouco implica algum desafio especial. A palavra aceitação serve para nos lembrar de como lidar de maneira equânime com os obstáculos.
Antes do Yoga, precisamos viver todas as experiências possíveis? Algumas pessoas pensam que é preciso viver todos os prazeres possíveis antes de dedicar-se à espiritualidade. Essa é uma crença bastante espalhada e comum. Isso acontece porque algumas pessoas que começam essa caminhada acabam fazendo exatamente o contrário do que pregam: deixam-se levar pelas paixões exacerbadas quando supostamente deveriam ser contidos, acumulam imensas fortunas quando deveriam cultivar a simplicidade e coisas do gênero.
Que haja felicidade na terra. Que haja felicidade nas águas. Que haja felicidade no fogo. Que haja felicidade no ar. Que haja felicidade no espaço. Que haja felicidade no sol. Que haja felicidade na lua. Que haja felicidade no mundo. Que haja felicidade para todos os que estão vivos. Que haja felicidade nos corpos. Que haja felicidade nas mentes.
Um cidadão diz para outro: “meu filho está fazendo meditação”. O colega pergunta: “e o que é meditação?” O primeiro responde: “não sei, mas prefiro que ele faça meditação, a que fique sentado sem fazer nada”. Esta piada ilustra aquela visão de que fazer meditação equivale a nada fazer. Ela, por sua vez, está baseada num dos muitos mitos que circundam o folclore do Yoga.
Não há maturidade sem obstáculos. A virtude deles é que nos preparam, forjando o carácter e fortalecendo o foco, ao mesmo tempo em que aprendemos a manter a calma e o contentamente na frente dos desafios que a vida nos coloca. Se conseguirmos olhar de maneira equânime para as situações em que as dificuldades surgem, não apenas iremos amadurecer emocionalmente: também estaremos tornando o mundo à nossa volta um lugar melhor.
Esta técnica é a que melhor exemplifica o Jñāna Yoga, o Yoga do conhecimento sobre Si Mesmo. Ātmā vicāra é o questionamento sobre a natureza real do Ser. Esta técnica tem como objetivo eliminar as falsas idéias sobre o Eu e o ego, e nos ensinar a separar o espectador do espetáculo, a Consciência que tudo vê.
Se você for à Índia, verá o mantra Oṁ por todas partes: em todas as casas e comércios, pintado nos muros e carros, onipresente na paisagem. Hindus de todas as etnias, castas e idades conhecem perfeitamente seu significado. Ele ecoa desde a noite das idades em todos os templos e comunidades ao longo do subcontinente.
Esta série de āsana tem como propósito auxiliar na estabilização dos joelhos. Deve ser executada com cuidado para não forçar essas articulações. Em caso de sentir dor articular em alguma das posturas, recomendamos deixar de fazê-la e passar para a seguinte. Recomendamos repetir esta série pelo menos três ou quatro vezes por semana.
Quando nos olhamos no espelho, aquilo que chamamos Eu parece fugir à nossa percepção. Não podemos ver o Eu com os olhos, nem tocá-lo com as mãos, nem sentí-lo com o tato ou a audição. Como é que podemos perceber o Ser? Onde ele está? Como podemos dizer que de fato existe? Certamente, o Ser acontece no corpomente, mas evidentemente, não está limitado aos contornos do físico ou do psíquico. Não somos as experiências ou diferentes partes do corpo, ou pensamento ou as emoções, mas estamos em todas e cada uma delas.
Desejar faz parte do psiquismo humano. É o que nos define como indivíduos e configura a nossa personalidade. Em verdade, é um privilégio poder desejar. O problema não é o desejo. O problema é achar que desejar pode trazer felicidade.
Viver neste mundo louco pede jogo de cintura. Mas não qualquer jogo de cintura. Não estamos falando aqui de malandragem ou esperteza. O Yoga nos ensina que a capacidade de sermos flexíveis, de nos adequar alegremente às coisas, é uma atitude positiva que nada tem a ver com resignação ou fatalismo.
Desde tempos imemoriais, os sábios que nos legaram o Yoga tiveram uma atitude de compassivo desprendimento em relação ao próprio organismo, e ao mesmo tempo recomendaram uma série de soluções para nos manejar com ele, algumas das quais abordemos neste texto.
When we loose someone, we suffer. When someone we love disappoints us, we suffer. That suffering seems to arise from a wrong understanding of the meaning of love. When we feel lonely, we tend to see the other as an emotional life jacket. So, we project our happiness on that object of love, and renounce any responsibility on the way. Did you think for a moment what does this mean?
A palavra saṅkalpa significa "construção mental", mas pode traduzir-se corretamente como "resolução interior". O saṅkalpa é uma fôrmula breve, clara e carregada de significado.
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