Saṅkalpa, a resolução interior: o que é, como funciona no yoganidrā e na meditação, exemplos e a dica essencial para formular a sua.
Esta sequência está dividida em duas partes. A primeira destina-se àqueles que precisem relaxar, remover tensões e descontrair a região cervical, numa crise de dor. A segunda parte visa a estabilizar e fortalecer a cervical, e só deve ser praticada por aqueles que não estejam sentindo dor no momento da prática.
Esta prática de āsanas visa a estabilizar e fortalecer a cervical, e só deve ser praticada por aqueles que não estejam sentindo dor. Como há muitas causas diferentes para dores nesta área, as soluções para aliviá-las devem ser igualmente diferentes. Esteja pronto para escutar seu corpo ao longo das práticas e adaptar o que seja necessário. É importante adequar ou até mesmo eliminar posturas ou movimentos desta sequência que possam produzir dor. Esforce-se, sem forçar.
O poder do livre arbítrio sempre é justo e adequado para nós. Só precisamos assumir a responsabilidade por ele. Dotar o ser humano de livre arbítrio não é como dar um carro sem freios para um adolescente rebelde. Nesse sentido, Īśvara, a inteligência universal, não joga aos dados, como disse Einstein uma vez. O poder do humano pode criar ou destruir.
Os caminhos do karma podem parecer complexos, mas uma coisa é certa: cada fruto de cada ação é entregue pelas leis de Īśvara, que são sempre justas e adequadas. Assim, quando penso nos meios que escolho usar para conquistar os fins que me proponho, preciso levar em consideração o bem comum. Pensar que o fim justifica os meios é a pior maneira possível de olhar para as coisas no caminho da espiritualidade.
Este é um verso [aparentemente] inócuo. Examinando-o, temos o seguinte: um substantivo, dois pronomes, três verbos e uma partícula de ênfase. No entanto, alguém já disse: "Não me importo se todas as Upaniṣads desaparecerem da face da terra, desde que esta estrofe permaneça".Pode um verso pequeno ser tão profundo? "Claro que não. Isso é um total absurdo!” Esta teria sido a resposta de um certo inglês, que não percebeu ser o verso valioso, e muito menos, profundo.
O objetivo da meditação é obter a aniquilação dos saṁskāras, as crenças e condicionamentos que nos paralisam. A mente é a ferramenta. Procure conhecer esses saṁskāras. Tome consciência deles. Não tente controlar ou limitar a mente: fique amigo dela. Se você aceitar tudo o que vier dela e conseguir manter-se separado desses conteúdos, irá vencer a subjetividade e encontrar a paz.
Que tenhamos a benção de Indra [a força]. Que tenhamos a benção de Bṛhaspati [o mestre]. Que tenhamos a benção de Viṣṇu, o dos Longos Passos [a Consciência, a sustentação].
Estes mantras podem ser feitos junto com os doze movimentos do sūrya namaskāram, a saudação ao sol tradicional, associando igualmente esses movimentos com a respiração.
Diferentemente do que possa parecer à primeira vista, este mantra não é precisamente um agradecimento, mas uma maneira de tomar consciência do significado do ato de nutrir-se. Consiste em levar a mesma consciência da unidade que permeia todas as coisas para o nosso prato. Podemos fazer ele mentalmente com os olhos fechados, o que irá nos levar apenas algumas respirações profundas à beira da mesa, ou ainda verbalizá-lo em voz alta se preferirmos.
O grande segredo, se há um neste jogo, é reconhecer que as mudanças fazem parte da própria dança da vida, mas nenhuma delas poderá trazer para nós felicidade, pois felicidade é o que já somos. Seria sábio lembrarmos disso a cada momento.
O sânscrito tem 54 letras. Ascendendo e descendendo temos 108. A é a primeira letra, o primeiro som. Ha é a última. Cada um deles é um nome de Īśvara. Assim, você escolhe um nome e o repete 108 vezes, simbolizando que você repetiu todos os nomes de Īśvara, do primeiro ao último.
Os mantras são “traduções” da inteligência criativa, Īśvara. Nas Upaniṣads, o próprio mantra Oṁ, por exemplo, é considerado uma espécie de símbolo sonoro, de “corpo” em forma de som, de Īśvara, a Criação.
Fazer o que amamos ou amar o que fazemos? O Karma Yoga nos ajuda a compreender prós e contras dessas possibilidades. Olhando para estas duas palavras, prazer e felicidade, podemos ter a impressão de que ambas estão conectadas, ou de que a realização da segunda depende de conquistarmos a primeira.
Libertar-se quer dizer ver-se livre de condicionamentos sociais, psicológicos, fisiológicos, alimentares, familiares, religiosos e nos coloca em condição de observadores presentes, dando-nos a oportunidade de reverenciar a tudo exatamente como é e não sob uma perspectiva pré-definida pelas experiências passadas. Do passado, retemos somente maturidade. Com os fatos presentes, damos respostas presentes.
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