As práticas do Hatha Yoga não se limitam a condicionar o físico para que possamos nos sentar com mais conforto para meditar ou para que possamos dormir melhor ou render mais no trabalho. O verdadero objetivo está em dissolver as couraças de tensão sutil, que determinam tanto as limitações do movimento do físico como os padrões mentais automâticos que regulam uma boa parte das nossas vidas.
O amigo leitor poderá considerar isto uma espécie de fórmula com sugestões para elaborar sua prática pessoal, em harmonia com a maneira em que tradicionalmente ela têm sido feitas. A sequência em que estas técnicas aparecem aqui listadas segue a estrutura de algumas fundamentias escrituras do Yoga.
Dando continuidade ao tema da meditação na tradição do Yoga, trazemos agora à apreciação do amigo leitor mais um aspecto desse assunto tão fundamental: algumas considerações práticas sobre a meditação em si, bem como sobre a maneira de aplicar a atitude yogika no cotidiano.
Transpondo-se dos aspectos mais sutis dos Virabhadrásanas I e II ou de um outro ásana anteriormente praticado, o praticante poderá realizar conscientemente a terceira variação desta postura. Para otimizar a construção desta terceira variante iremos, similarmente, convidar o praticante para focar a atenção no correto posicionamento dos pés, pernas, joelhos, quadris, tronco, braços e cabeça.
Este é o segundo de uma série de três textos que tem como objetivo desvendar a postura do guerreiro. Independentemente de ter ou não executado a outras duas variações, o praticante pode fazer o virabhadrásana II. Para compor este ásana, destacamos as ações relativas ao posicionamento e alinhamento de pés, pernas, joelhos, quadris, braços, cabeça e tronco.
Em geral nós, praticantes de Yoga, estamos familiarizados com o conceito de ahimsa, a não-violência, atitude que permeia – ou deveria permear – toda a nossa prática. Sabemos que ahimsa abrange muito mais do que o âmbito da prática pessoal, estendendo-se a todos os relacionamentos e a todas as formas de vida (que têm direito à existência tanto quanto nós), dentre outros desdobramentos e aplicações desse yama.
Comumente inserida no Surya Namaskar B ou feita em conjunto com outros ásanas na prática de Hatha, virabhadrásana, a postura do herói, desponta como uma das mais interessantes. No presente texto vamos nos focar nas ações relativas ao posicionamento das diferentes partes do corpo no virabhadrásana I, a primeira das três variações desta postura.
Bhujapidāsana significa "postura da pressão nos braços". O nome se refere, evidentemente, à força que é colocada sobre os ombros e braços para sustentar o peso do tronco e o quadril sobre as mãos. Este é um ásana de execução relativamente fácil: o único que se precisa para dominá-lo é algo de força nos braços, bastante equilíbrio, e uma boa mobilidade no quadril.
Considerado um āsana tradicional do Hatha Yoga e a primeira vista fácil de se executar, a postura do triângulo estendido, utthīta trikoṇāsana é muito praticada e conhecida. Porém, cabe lembrar que, por trás de um āsana aparentemente fácil, importantes princípios de alinhamento estão envolvidos. Assim, iremos nos concentrar na observação das ações desta postura em três partes do corpo: o pescoço, os pés e as mãos.
Na maioria das vezes, quando alguns praticantes executam o ásana do cachorro que olha para baixo, adhomukha svanásana, se esquecem de dispensar a devida atenção às mãos e aos pés. Seja quando praticam sozinhos ou em uma aula conduzida, muitas vezes o correto posicionamento das mãos e pés fica relegado a um terceiro plano.
Este é o terceiro de uma série de três textos breves, cujo tema é a construção da prática pessoal. Ele se complementa com Elementos essenciais para montar uma prática de Hatha Yoga e Como montar uma série equilibrada de ásanas. Esperamos que eles sejam úteis para estimular a prática pessoal.
O belo templo de Srirangam, em Tamil Nadu, sul da Índia, foi construído por volta do século X d.C. e até hoje é um dos maiores do país. Numa recente visita, ficamos agradavelmente surpresos ao verificar que muitos dos pilares e paredes de granito apresentavam, como noutros templos hindus, esculturas de praticantes em posturas de Hatha Yoga.
Usando um lençol ligado ao teto por argolas, o AntiGravity Yoga é a novidade da hora. Elevados do solo em meio metro, os praticantes mantém o corpo envolto pelo pano e, no transcurso da aula, vão se movimentando pelo espaço, dando formas aos familiares ásanas.
Este é o segundo de uma série de três textos breves, cujo tema é a construção da prática pessoal. Ele se complementa com Dicas importantes para praticar e Como montar uma série equilibrada de ásanas. Esperamos que eles sejam úteis para estimular sua prática pessoal.
Ele é um yogi, ela uma yogini; mas, como vai a prática pessoal daqueles que se dedicam, ao ensino do Yoga? Será que alguns professores de Yoga estão transferindo a prática pessoal para os minutos reservados às aulas com os alunos praticantes?
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