Os dṛṣṭis são técnicas de fixação ocular, muito úteis para auxiliar a prática de meditação ou durante os respiratórios. Possuem efeito estimulante nos músculos e nervos óticos e, através deles, no sistema nervoso central, auxiliando no processo de estabilização da mente.
Pela bênção de Aśvārūḍhā, desenvolvemos a habilidade de comandar a nossa própria mente, a capacidade de superar as nossas crenças limitadoras e coragem para olhar para as situações que chamamos de “nossos problemas”.
O Gāyatrī é um dos mantras mais célebres e potentes da ciencia do som sutil, presente no Yoga e noutras expressões da espiritualidade indiana, desde o hinduísmo ao budismo, do jainismo ao sikhismo.
Mahavakya é o conjunto das quatro grandes afirmações vêdicas. São aforismos que aludem de diferentes maneiras ao Ser, sintetizando a essência do conhecimento yogiko.
Este é o célebre e belo Mahiṣāsura Mardini Stotram, também conhecido como Ayi Giri Nandini, um stotra em 20 versos em louvor à Mãe Divina.
“Quando se contempla o Brahman ou Prakṛti como um corpo de luz, isto é meditação jyoti. Quando se contempla o Brahman como um bindu (ponto), e a força kuṇḍalinī, isto se chama contemplação sūkṣma ou sutil.
Se o sucesso na meditação dependesse do silêncio exterior, seria uma tarefa impossível. Entretanto, já que não podemos conseguir um ambiente com silêncio absoluto, usamos uma técnica para criar silêncio interior.
Kaya sthairyaṁ significa "corpo firme". É uma técnica meditativa que consiste em cultivar a mais absoluta imobilidade.
A atenção se recolhe. Os estímulos exteriores cessam. A consciência se focaliza no processo mental: o que se pensa, como se pensa, quais os conteúdos do pensamento. Podem surgir tensões, experiências passadas ou desejos reprimidos
Voluntariamente, você deixa surgir, observa e elimina pensamentos e impressões latentes. Isto desenvolve a capacidade de auto-análise.
Ekāgratā, a fixação da atenção em um ponto determinado, é o passo prévio à prática do samyama. Por meio dessa concentração, o yogin abstrai a sua psiquê das dispersões inerentes à condição terrena, conseguindo assim lograr um estado de unificação do fluxo consciente.
Śūnya significa vazio. Este exercício serve para desvincular-nos das experiências corporais e mentais. A dissolução da identificação com o corpo e o pensamento é essencial para responder àquela pergunta: 'quem sou eu?'
Meditamos em ti, Vighneshvara, para que todos os obstáculos sejam removidos do nosso caminho
Yoga para a psiquê, versos para a visão e medicina para a pureza do corpo. Ao mais excelente dos munīs (mestres), minha reverência em añjali a Patañjali.
Sankalpa significa resolução. É uma frase curta, concisa, clara e altamente evocativa. Tem o objetivo de potencializar algum aspecto positivo da personalidade.
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